You are currently browsing the monthly archive for julho 2007.

A Rede Paulista de Educação Ambiental (Repea), realiza, entre os dias 25 e 28 de julho, o III Encontro Estadual de Educação Ambiental, no município de São José do Rio Preto, São Paulo. O encontro, intitulado Nas águas da Educação Ambiental: produções e políticas, tem como objetivo o fortalecimento da educação ambiental no estado de São Paulo e a reflexão sobre o papel do agente público, da participação e mobilização social para a construção e implementação da Política Estadual de Educação Ambiental.Durante o encontro, ocorrerão conferências com educadores ambientais de reconhecimento nacional e internacional, oficinas e grupos de trabalho. Também estão programadas atividades culturais diversas, tais como: feira de trocas, mostra de vídeos ambientais, exposição de painéis com projetos educativos, entre outras.Espera-se a participação de mais duas mil pessoas, entre professores da rede pública e privada, educadores ambientais, pesquisadores, estudantes, profissionais em geral e interessados na temática. 

Fonte: WWF-Brasil


“Enquanto isso, no Nordeste… nada acontece!”

Anúncios

Com vistas a alavancar e qualificar as iniciativas de recuperação florestal do Corredor de Biodiversidade do Nordeste, serão realizados dois seminários sobre a restauração florestal para a Mata Atlântica da região. Os eventos serão no dia 31 de julho em João Pessoa (PB), no Teatro Armando Monteiro Neto (Rua Rodrigues Chaves, 90, Centro) e no dia 1 de agosto em Recife (PE), na sede do Sindaçucar-PE (Avenida Cais da Alfândega, 130, Bairro do Recife). Os encontros são promovidos pelo Sindaçucar-PE (Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool), a AMANE (Associação para a Proteção da Mata Atlântica do Nordeste), o CEPAN (Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste) e o Sindálcool-PB (Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool e Etanol da Paraíba). O evento é gratuito e a entrada é aberta ao público.

O evento conta com a participação de especialistas que abordarão a situação da Mata Atlântica no Nordeste e os modelos de restauração florestal, assim como apresentarão experiências locais e nacionais em andamento. A programação inclui a participação de Dorinha Melo, da Amane, que falará sobre mobilização e parceria para a restauração da Mata Atlântica nordestina. Marcelo Tabarelli comentará a importância e estratégias de conservação do bioma. As experiências do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica e seu potencial de replicação em outros setores serão apresentadas por Miguel Calmon, da The Nature Conservancy (TNC). E Ricardo Ribeiro Rodrigues, da Esalq/USP, contribui com a apresentação da adequação ambiental das usinas do Estado de São Paulo. Em João Pessoal, além de todos estes especialistas, o encontro será encerrado por Edmundo Barbosa, do Sindalcool, que comenta ações de reflorestamento e o projeto do setor sucroalcooleiro na Paraíba.

O Corredor de Biodiversidade do Nordeste compreende o Centro de Endemismo Pernambuco, ou seja, a área de Mata Atlântica ao longo da costa dos Estados de Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. A área de vegetação remanescente do Corredor abriga 2.124,12 km2 de florestas, o que corresponde a 3,76% da vegetação original. A Mata Atlântica é reconhecida internacionalmente como uma das regiões prioritárias para a conservação da biodiversidade em todo o continente americano, devido a sua alta riqueza biológica aliada aos endemismos da sua fauna e flora. A Mata Atlântica abriga, também, uma alta riqueza de espécies ameaçadas e raras entre mais de 20.000 variedades de plantas, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. É o segundo maior bloco de floresta na região neotropical (depois da Amazônia), e cobria uma faixa contínua de terra ao longo da costa Atlântica brasileira, além de porções do Paraguai e da Argentina. A AMANE é uma associação civil, sem fins lucrativos e fins não econômicos, cujo objetivo institucional é a proteção da Mata Atlântica do Nordeste, considerando seus aspectos físicos, bióticos e antrópicos. Para o cumprimento do seu objetivo, a AMANE promove ações de conservação da biodiversidade e de desenvolvimento sustentável. O CEPAN é uma organização nacional conservacionista, de caráter científico, que tem como missão principal a conservação da diversidade biológica brasileira desenvolvendo ações como a prospecção de novas áreas de extrema importância biológica, inventários biológicos, divulgação de informações científicas, programa de estímulo à criação de RPPN’s e programa de proteção de espécies ameaçadas, viabilizando a criação de corredores e unidades de conservação.

Fonte: SOS Mata Atlântica 

O Grupo de Trabalho de Manejo Florestal Comunitário (GT-MFC), composto por representantes de povos indígenas, quilombolas, extrativistas e ribeirinhos, entregou neste domingo (15 de Julho), uma carta à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, com uma série de reivindicações do setor. O documento foi entregue em Rio Branco (AC), na abertura da conferência Manejo e Empreendimentos Florestais Comunitários, promovida pela Organização Internacional das Madeiras Tropicais (ITTO, sigla em inglês).

Na carta, as lideranças relataram os principais entraves à prática do manejo florestal comunitário no país, levantadas em reuniões do GT-MFC, além de propor soluções para os problemas apontados. O grupo classificou como principais obstáculos falta de regularização fundiária em várias regiões, despreparo de órgãos públicos para trabalhar o manejo reconhecendo técnicas e conhecimentos das populações locais, demora na análise e aprovação de planos de manejo, problemas de infra-estrutura, e relações injustas entre empresas madeireiras e comunidades.

Os signatários propuseram a construção, com ampla participação de representantes de comunidades e organizações sociais, de uma política nacional de apoio ao manejo florestal comunitário. O Grupo de Trabalho de Manejo Florestal Comunitário (GT-MFC) foi constituído em 1998 por organizações que trabalham na assessoria ao manejo florestal comunitário. O WWF-Brasil, assim como a FASE-Pará, desempenham o papel de facilitadores nas discussões do grupo.

Fonte: WWF-Brasil

O projeto “Observando nossos Rios”, da Fundação SOS Mata Atlântica, será tema de oficina no III Encontro Estadual de Educação Ambiental, que acontece de 25 a 28 de julho, em São José do Rio Preto (SP). Representam a ONG no Encontro, o geógrafo Gustavo Veronesi, a bióloga Valéria Rusticci e a ecóloga Beatriz Siqueira. Iniciativa da Rede Paulista de Educação Ambiental (Repea), o evento está com inscrições abertas até dia 20 de julho pelo site www.repea.org.br, mesmo endereço em que é possível encontrar a programação completa.

Fonte: SOS Mata Atlântica

O WWF-Brasil atuou ativamente durante a realização do Live Earth no Rio de Janeiro, com ações de conscientização sobre o tema. A participação da instituição começou com a participação em caminhada organizada por organizações cariocas no dia do evento para chamar atenção aos problemas ambientais da cidade. Contamos ainda com a ajuda de 63 voluntários que distribuíram 13.000 bandanas fabricadas com tecido feito de fibra de garrafas plásticas recicladas e que também traziam dicas ambientais. Para receber a bandana, as pessoas eram convidadas a cadastrarem-se para acompanhar nossas ações pela natureza.

Todos os materiais distribuídos estampavam a mensagem global da Rede WWF cuja versão em português foi: “O clima esquentou para você”. O objetivo da frase foi de provocar o público a pensar na responsabilidade de cada um de nós e o quanto podemos alcançar se nos mobilizarmos para deter as mudanças climáticas. Traduções desta mesma frase foram divulgadas nos diversos eventos ligados ao Live Earth pelo mundo. Mesmo em locais nos quais não ocorreram shows, a Rede WWF apoiou iniciativas que discutissem o problema do aquecimento global.

Para o WWF-Brasil, o Live Earth significou uma oportunidade singular de chamar a atenção de governantes, artistas e do público para as mudanças climáticas. Mais que isso, a expectativa é que o evento tenha sido apenas um primeiro passo para uma mobilização mundial em torno das soluções para estes problemas, já que as mudanças climáticas projetadas para os próximos 100 anos são, sem dúvida alguma, um dos maiores desafios que a humanidade deverá enfrentar nos próximos anos.

Fonte: WWF-Brasil

Mais de 600 ONGs brasileiras assinaram documento contrário às mudanças propostas por parlamentares ruralistas, que dificultariam a criação de unidades de conservação no país. Representantes de mais de 600 organizações não-governamentais brasileiras encaminharam nesta quinta-feira (5 de julho) uma nota oficial à Presidência da República, ao Ministério do Meio-Ambiente e ao Congresso, repudiando emendas apresentadas à Medida Provisória 366 por senadores da bancada ruralista.

Os parlamentares propuseram, entre outras mudanças, que a responsabilidade exclusiva para criar unidades de conservação seja retirada do Poder Executivo, passando a ser feita por meio de projeto de lei. A medida imporia ao processo de criação de UCs um forte componente político, além de ocasionar um significativo aumento do tempo necessário para a implementação de todos os passos. A MP 366 determinou a divisão do Ibama e criou o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade para gerenciar as unidades de conservação.

A nota, denominada “NOTA DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL BRASILEIRA EM REPÚDIO A EMENDAS INCONSTITUCIONAIS APRESENTADAS POR SENADORES À MEDIDA PROVISÓRIA 366/07”, enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, à ministra do Meio Ambiente Marina Silva e aos presidentes do Senado e da Câmara, foi assinada, entre outras, por GTA (Grupo de Trabalho Amazônico), OELA (Oficina Escola de Lutheria da Amazônia), IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), Instituto Sócio-ambiental, Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos), Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente na Amazônia), Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola), IEB (Instituto Internacional de Educação do Brasil), ICV (Instituto Centro de Vida, Greenpeace, Funatura (Fundação Pró-natureza), Fase (Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional), Apremavi (Associação de Preservação do Meio Ambiente do Alto Vale do Itajaí), Amigos da Terra – Amazônia Brasileira e WWF-Brasil.

Fonte: WWF-Brasil

Rerum Natura Creatix

[Latim]: A Natureza é a
Criadora das Coisas

Arquivos

Calendário

julho 2007
S T Q Q S S D
« jun   ago »
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  

Freqüência

  • 152.250 eco(cons)cientes

Constituição Brasileira: Capítulo VI – Artigo 225

Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se
ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

Entre com seu email para assinar este blog e receber notificações de novos artigos postados.

Junte-se a 10 outros seguidores

nossas campanhas

Adote com Amor!

Estão Tirando o Nosso Verde

A Cor da Cidade

Poluição Sonora é Crime!

João Pessoa Sem barulho

Anúncios