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O Japão vive defendendo a matança de baleias que promove anualmente afirmando que se trata de uma ‘caça científica’. Este ano, o país pretende matar 935 minkes, 50 fins e 50 jubartes – as duas últimas ameaçadas de extinção. Pois o Greenpeace e duas instituições científicas (Opération Cétacés e o center for Cetacean Research and Conservation) lançou nesta quarta-feira o site do projeto A Trilha das Grandes Baleias desmascarando os argumentos da frota baleeira japonesa, mostrando que é possível sim estudar as baleias sem matá-las.
Os pesquisadores do projeto marcaram um grupo de 19 baleias jubartes do Pacífico Sul com sensores que enviam sinais por satélite, permitindo o rastreamento dos animais. Quem quiser acompanhar a rota delas rumo ao Oceano Antártico e aprender mais sobre as ameaças à vida marinha, basta acessar o site A Trilha das Grandes Baleias – clique
aqui e confira.
O Greenpeace garantiu que, em menos de dois meses, o monitoramento das baleias do Pacífico Sul já proporcionou um grande conhecimento científico e nenhuma baleia morreu para que isso fosse conquistado. O programa de pesquisa não-letal “A Trilha das Grandes Baleias” pretende mostrar que as baleias não precisam morrer em nome da ciência e podem ser de grande valor econômico para os países, por meio do turismo de observação de baleias. Ilhas do Pacífico Sul já possuem estruturas atendendo exclusivamente essa forma de turismo, que traz grandes lucros, sem promover a matança dos animais.
Aqui no Brasil, as pesquisas não-letais e o turismo de observação de baleias já vem sendo desenvolvidos há mais de 20 anos, obtendo resultados valiosos. O site da “Trilha das Grandes Baleias” também aponta a necessidade de uma rede global em prol das reservas marinhas, que darão às espécies ameaçadas uma chance de recuperação.

Fonte: Greenpeace 

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