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O poeta e escritor Ronaldo Monte, de quem transcrevi artigo ontem sobre “Som e sofrimento”, está disposto a articular um movimento sério e conseqüente contra o barulho infernal causado pelos debocis na Grande João Pessoa.
Monte e familiares, que por muito pouco não ficaram moucos no réveillon em Cabedelo, receberam solidariedade de inúmeros amigos e admiradores que também não se conformam em viver sob o império da zoada endêmica que tomou conta da Paraíba.
Eles já contam com o apoio da coluna, que há anos vem tentando baixar esse volume, com o auxílio luxuoso de um Tavinho Caúmo, que combate a poluição sonora e qualquer outra com fervor militante há mais tempo do que todos nós.
Aliás, som e sofrimento formam dupla que Tavinho conhece pior ainda.
“De ouvido, na pele e de coração”, diz ele, que ano passado foi obrigado a mudar de endereço por conta das agressões sonoras de altos decibéis que emanavam do Busto de Tamandaré a adjacências e o atacavam dentro de casa.
A propósito, esse despejo Tavinho atribui em boa parte, talvez a maior, à leniência do governo Ricardo Coutinho no trato da questão. Por essa e muitas outras, não poupa a gestão ricardista em matéria ambiental.
Tanto é assim que sobre o assunto botou no papel, ontem, toda a sua decepção, reafirmando e renovando ácidas críticas. Confiou-me o escrito. É uma traulitada daquelas. Se me autorizar, publico amanhã ou sexta.
Depois, é só aguardar chuvas e trovoadas, choro e ranger de dentes, que espero mesmo provocar, que é pra ver se esse povo faz alguma coisa de sério e conseqüente em defesa do nosso meio ambiente auditivo, como disse o Doutor Rona.

Rubens Nóbrega, em 07 de janeiro de 2009.

Peço a atenção dos senhores prefeitos, vereadores, secretários municipais de Meio Ambiente, Ministério Público, Sudema e entidades não governamentais que cuidam – ou deveriam cuidar – de combater a poluição sonora.
Peço atenção para o artigo a seguir, publicado originalmente no Blog do Rona. Tem o mesmo título que botei na coluna, aí em cima, porque o espaço é de quem fez o que vai adiante, obra do consagrado poeta e escritor Ronaldo Monte.

Era véspera de ano novo e eu estava na fila do supermercado. Como sempre, nestes momentos, me distraio escutando o que as pessoas falam ao redor. Mas não era motivo de distração o que ouvi de uma senhora atrás de mim:
– Ai, meu Deus, daqui a pouco vai começar a barulheira. Todas as casas da minha rua botam o som nas alturas. Eu não consigo dormir. Fico com uma dor na nuca e uma vontade enorme de vomitar.
Dor e sofrimento. Eis o resultado cabal do desvario a que chegou o uso irresponsável da parafernália sonora ao alcance de qualquer orçamento. Mas o sofrimento pelo uso do som alto não vitima apenas aos que o escutam involuntariamente.
Prestemos atenção aos seus executores. Quando carregam o som na carroceria de suas camionetes, geralmente estão sós, os olhos perdidos muito além do pára-brisa. Quando, em grupo, abrem portas e malas de seus carros na frente de um bar, balançam-se como autômatos, geralmente sem qualquer companhia feminina. Em casa, são deixados a sós na sala pelo resto da família.
É preciso alguém estar muito mal do espírito para infligir a si mesmo, por horas a fio, tamanha tortura. É necessário também uma boa dose de ódio aos seus semelhantes para atacá-los tão agressivamente.
Isto sem falar na qualidade da música, geralmente reduzida a um ritmo primitivo e repetitivo e, quando existe, a uma letra simplória e pornográfica.
Lembrei-me da mulher do supermercado quando, na minha casa de Cabedelo, atravessei a noite do ano novo sob o fogo cruzado de duas baterias sonoropornográficas.
Começaram na tarde do 31 e só findaram no começo da noite do dia primeiro. Foram mais de vinte e quatro horas de barbárie.
Exasperado, telefonei para o plantão de polícia para escutar de um sonolento e simpático atendente que o problema não era mais deles. Deu-me o número da Sudema e se despediu com certo tom de dever cumprido.
Disquei para o 8839.1909 esperando que alguém viesse em socorro do meu meio-ambiente auditivo. Uma voz muito minha conhecida me informou que o número discado estava desligado e não tinha caixa postal.
Desamparado pelo poder público, fui ver o que podia fazer com meu pobre poder pessoal. Aproximei-me da casa barulhenta, mas não tive coragem de falar com ninguém. Era um pequeno grupo familiar, com algumas crianças desoladas pelos cantos e um punhado de adultos bêbados de olhares perdidos e passos autômatos. Um quadro mórbido de solidão e sofrimento.
Os problemas causados pelo uso inadequado dos aparelhos de som já se caracterizam como epidêmicos. São, portanto, um caso de saúde pública. Gostaria de fazer alguma coisa mais efetiva para combater esta epidemia. Aguardo sugestões.

Polícia neles!
Tenho uma tese. Ou o Ministério Público pega esse pião na unha e bota Polícia para autuar e reprimir ou teremos que conviver e sofrer com o barulho causado pelos debocis, sujeitos que são, a um só tempo, dementes, boçais e imbecis.
Tem que ter Polícia na parada porque quem agride a audição e o sossego alheios dessa forma é capaz de coisa bem pior, anda armado, geralmente aos bandos e não raro se embriaga para aumentar a perturbação e a coragem de incomodar o próximo.
A ação do Estado, se necessário com uso da força policial, no sentido físico mesmo, fará da repressão aos debocis a mais legítima defesa de terceiro.
Tem que ter Polícia. Até por que está visto e revisto que nem a Sudema, órgão do Estado, nem as secretarias municipais do ramo têm interesse, vontade ou estrutura para livrar o cidadão comum dessa zoada infernal.
No caso de João Pessoa, gostaria muito ver entre as prioridades da nova gestão uma ação incisiva da Semam – Secretaria Municipal do Meio Ambiente – para nos livrar do infeliz e desonroso título de Capital Nacional da Zoada.
Título que nos deu Marilena Felinto, colunista da Folha de S. Paulo, que veio visitar João Pessoa e foi embora correndo daqui, cerca de dez anos atrás.
Dia seguinte, publicou no jornal de maior circulação do Brasil que fugiu da Paraíba para não ficar mouca nem doida numa terra onde o volume do som dos debocis abafa qualquer grito de protesto e revolta.
Bonito pra nossa cara!

Rubens Nóbrega, em 06 de janeiro de 2009.

Não tem jeito. Apesar de toda a restrição da novíssima legislação eleitoral imposta pelo TSE, já é possível ver, apanhar, identificar e denunciar um outro tipo de sujeira – essa mais literal, física até – na presente campanha.
Digo isso ancorado em observações do ambientalista Tavinho Caúmo, que vez em quando traz auxílio luxuoso à coluna nas questões de sua expertise, para honra do colunista e deleite dos leitores possíveis.
Sua mais recente contribuição baixou no meu i-meio domingo último. Em três partes: a primeira, sobre esvaziamento do Castro Pinto, usei-a anteontem; as outras duas, sobre lixo eleitoral e candidatos pobrinhos, trago hoje. Adiante.

Comparei a sua “lista dos 21” com a minha e vi que discordamos em meia-dúzia de 3 ou 4. Nada além disso. Atrevo-me a dizer que em termos de Aldeia das Neves somos politicamente compatíveis.
Entretanto, a lista começa a mudar diante do abuso na propaganda eleitoral de rua, com suas carreatas barulhentas, absurdas infrações a todas as leis possíveis e imaginárias, carros de som irregulares e sua – já habitual, insuportável e não-combatida por ninguém! – poluição sonora.
Candidatos que estavam na minha lista, começam a perder o seu lugar, devido a sua péssima atitude de desrespeito às leis, visível má educação doméstica e continuada agressão ao cidadão. Tudo agravado pelo comportamento ambientalmente lamentável, que reforça a diferença entre povo politizado e povo politiqueiro.
É com tristeza que incluo aí candidatos ditos “amigos do cidadão” e “defensores da natureza”. Mas, com a graça de Deus, não são “amigos” meus nem “defensores” da mesma Natureza – com n maiúsculo – que eu tento ajudar a preservar.
Espero, e tenho realmente fé, que, chegado o dia da votação, ainda reste ao menos um, dos meus vinte e um, para receber o meu voto.

Rubens Nóbrega, em 03 de setembro de 2008.

O amigo Tavinho Caúmo não se conteve ao ler esta semana, neste Jornal, o secretário Ivan Burity (Desenvolvimento Urbano, da Capital) reconhecendo que o Busto de Tamandaré não comporta mais eventos que atraem multidões.
“O local é inadequado, está saturado e saturando o trânsito e toda a circulação naquela área, que é o coração da praia de Tambaú”, disse o Doutor Ivan ao colunista Abelardo Jurema Filho.
Tavinho, ambientalista de verdade e ativo colaborador do Greenpeace, escreveu a este colunista para dizer que, embora sutil, a fala de Ivan Burity é um primor de hipocrisia.
Lembra que ele e outras pessoas, moradoras da área, sabem muito bem “há muito mais de dez anos” que o Busto saturou, não deveria servir de palco para tanto barulho e há três anos passam essa informação ao governo Ricardo Coutinho (PSB).
Mas o governo municipal parece mouco. Não escuta ou faz que não escuta os apelos, queixas e reclamações do gênero. Deve ser conseqüência de tanta zoada, causa da aparente surdez que teria atacado mais intensamente a Sedurb.
Afinal, mostra Tavinho, é a Secretaria do Doutor Ivan a responsável pela concessão de licença aos eventos que infernizam o sossego e a saúde de quem mora perto do Busto.
Lembra, de outro lado, que o secretário Ivan Burity “já demonstrou em diversas oportunidades que respeito ao cidadão e ao meio ambiente não fazem parte do seu acervo”.
“Ao contrário, de mãos dadas com a Semam (Secretaria do Meio Ambiente) de seu colega, Professor Antônio Augusto de Almeida, vem se omitindo e negligenciando esses e outros quesitos, em todas as oportunidades que eventos são programados, “autorizados” e realizados na?área em questão”, emenda.

Despejado
Tavinho Caúmo denuncia ainda que ele e sua família, após muitos anos de agressões e desrespeito, três dos quais sob a atual administração municipal, foi obrigado a se mudar de onde morava. Mudança que seu deu com prejuízo de saúde e de cidadania.
“Deixamos nossa residência em Tambaú, nas proximidades do Busto de Tamandaré, de onde sofremos inacreditável ação de despejo! Injusta, ilícita, agressiva, desrespeitosa e, sobretudo, inconstitucional, mas que nossas autoridades municipais, incluindo o Senhor Secretário em questão e outros, apesar de todos os nossos protestos, não tiveram vergonha nem remorso em nos impor!”, acrescenta.
Antes de encerrar, ele ainda protesta por ter que “tolerar”, além de leis esquecidas e soterradas “sob sete palmos de incivilidade”, o toque de “sutil hipocrisia dado pelo Senhor Secretário Ivan Burity de Almeida!”.

Quem merece?
“Num lugar sério, garanto que ninguém!”, exclama o indignado cidadão.

***
Só lembrando: o Estado Democrático de Direito pressupõe, sobretudo, o respeito às leis. Entre elas, as leis que protegem o cidadão de qualquer poluição sonora, mesmo aquela autorizada pelo poder público.

Rubens Nóbrega, em 02 de fevereiro de 2008.

Horrorfest em Tambaú
É com esse título que Tavinho Caúmo, militante ambientalista, resume a sua avaliação de um festival de motocicletas realizado no último final de semana na mais concorrida praia de João Pessoa. O escrito e a revolta do homem vão no escrito a seguir.
Ontem, uma placa em Tambaú chamou-me a atenção e, pela mensagem, despertou outro surto de indignação.
Instalada pela nossa Prefeitura, na esquina da Av. dos Navegantes com Rua José Augusto Trindade, traz os seguintes dizeres: de um lado “A cidade está linda. Ajude a preservá-la.” E do outro, uma mensagem de incentivo à conservação do meio ambiente.
A revolta vem por isso estar a, apenas, uma quadra da Av. Antonio Lira, que sofria o diabo, com barulho e sujeira pra todo lado. A bagunça andando solta, desrespeitando cidadãos e contribuintes, fazendo comédia com as nossas leis, na porta de nossas casas.
Ruas tomadas pela imundície, carros bloqueando garagens, barracas que transformaram nossas calçadas em camping urbano e banheiro público, comércio irregular e poluição sonora incessante – muita poluição sonora – transformando aquela porção de Tambaú numa favela a céu aberto.
Enquanto os interesseiros e ignorantes, promotores desse tipo de evento que emporcalham a nossa cidade, armam seus esquemas ilusórios, nossas autoridades (?) se perdem na ânsia do binômio turista-dinheiro, e vendem a alma por preço irrisório, prostituindo nossos direitos e o respeito que nos é devido em troca desse pseudo-turismo de décima quinta categoria, se for.
Por três dias, Tambaú se sujou e o poder público sequer deu a mínima!
Secretarias submissas fingem não ver e outras, que tudo podem, fazem de conta que não sabem de nada. Afinal, já é moda nacional esse “não saber do que acontece”, e João Pessoa assim, contra todos e para alguns, novamente adota a política do “tudo errado, mas tudo bem!”
A citada placa deveria ser retirada do local e transferida para o Centro Administrativo Municipal, com leitura diária e obrigatória por todos que fazem (ou deveriam fazer) o nosso poder municipal. Poder que hoje é tão pródigo e eficiente em obras, mas que ainda desconhece que o zelo pelo meio ambiente vai muito além do plantio de umas poucas mudas pela cidade.
Num plágio que o Greenpeace há de me perdoar, fica uma sincera sugestão ao nosso alcaide (como você o chama): Senhor Prefeito, “o que é bonito por natureza não se deixa ser destruído por ignorância”.

Rubens Nóbrega, em 07 de novembro de 2007

As vítimas do barulho, também voluntários na guerra contra os bregas e barulhentos debocis (figuras que se comportam, a um só tempo, como dementes, boçais e imbecis), voltam a se manifestar na coluna.
É pra ver se alguma autoridade (Ministério Público, Polícia, órgãos ambientais de Estado, prefeituras etc.) faz alguma coisa para coibir ou inibir a ação desses agentes poluidores que infernizam ouvidos, juízo e sossego das pessoas de bem.
Antônio Gondim: “Creio que todos nós já sentimos o desprazer da presença de debocis que chegam para cortar o barato. No melhor da curtição com amigos ou familiares, em barzinhos ou coisa semelhante, pára um debocil desses, levanta a tampa do porta-malas, ajusta o potenciômetro ao máximo e manda aquele som insuportável. Sem pedir licença, invade nosso espaço com música de gosto duvidoso. Ainda que fosse de bom gosto, não se justificava. É um tipo de violência!”.
Tavinho Caúmo: “Sua coluna do último sábado (21) trouxe mais um fato que ilustra a trágica situação em que vive o cidadão de bem em nossa cidade. Agredido por imbecis de um lado, e, por outro, ignorado  pelos nossos poderes públicos (…) Os números (de redução do barulho na Capital) que a Semam (Secretaria Municipal do Meio Ambiente) tem por hábito mostrar, além de duvidosos e manipuláveis, não representam de forma alguma que o cidadão esteja sendo bem atendido.
Atribuir uma queda de mais de 60% na poluição sonora em João Pessoa é, além de uma brincadeira fora de hora e de lugar, ofensa a nossa mínima capacidade de raciocínio. Se assim fosse, estaríamos vivendo num oásis! É claro que a cidade tem estado menos barulhenta ultimamente. Isso ocorre todos os anos nos meses de inverno. Especialmente com a incidência das chuvas fortes e constantes dos últimos meses. Mérito para São Pedro e não para “Santo Antonio”.
Maria (nome fictício): “Moro em Tambaú (Capital), bem perto do posto conhecido por Select, e é comum acordarmos altas horas com barulhos de som ou de cantadas de pneus de pegas que fazem na rua onde, por sinal, está localizada a 10º Delegacia Distrital de Polícia Civil. Na última segunda-feira, 23, começo da madrugada, acordamos com um desses debocis com um som estrondoso. Sei que o posto proíbe carros com sons ligados, só que só desligam quando chegam lá e depois de certo tempo.

De hospital a velório
O professor Silvino Espínola, cidadão que também não suporta tanto barulho na cidade em que vive, chama a atenção para um quiosque instalado na Praça Caldas Brandão, onde fazem instalação e “afinação” de som de carros.
A praça é aquela que fica na frente de um dos maiores hospitais da Capital, o Santa Isabel, e também da Faculdade de Enfermagem Santa Emília de Rodat.
Clínicas médicas, um posto de gasolina e até um velório complementam a vizinhança do quiosque que costuma testar no mais alto volume a “qualidade” dos sons que instala. Ou seja, inquieta de pacientes a quem alcançou a quietude eterna.
Isso, de segunda a sexta. Porque os sábados geralmente são reservados para competições entre poluidores para ver quem tem o som mais potente, para ver quem tem maior capacidade de perturbação continuada e impune.

Condenados à barbárie?
O professor e jornalista Arael Menezes comenta o caso de Dona Luiza Osterland, que está trocando a Paraíba por Santa Catarina, onde espera encontrar o sossego que perdeu morando em Intermares, outro paraíso dos debocis.
Arael lembra, contudo, que zoada “não é a única tribulação que incomoda os pobres moradores da antiga bucólica cidade de João Pessoa, especialmente os muitos que não têm a benesse de mudar-se para outro local, onde a civilização já chegou” e seus governantes tanto cumprem como fazem respeitar a lei.
Ela lamenta também degradação do meio ambiente, especialmente na orla marítima, “onde barracas ilegalmente instaladas devastam flora, fauna e condições naturais do terreno, causam poluição ambiental com seu lixo, restos de comida e despejos de dejetos de cozinha e incentivam a poluição sonora”.
Arael teme que estejamos condenados à barbárie, “pois nenhuma autoridade paraibana toma qualquer atitude para coibir esses abusos e, muitas vezes, sinalizam até com uma tolerância que não conseguimos entender, com ocorre em Tambaú, Penha e Bessa”.
Nessas praias, observa, o maior fator de poluição é tolerado e até incentivado, como se vê no Bessa, “onde projeto de reurbanização incluiu a permanência das barracas e foi paralisado, penalizando ainda mais os moradores da área, porque a paralisação das obras acelerou a degradação (foto), abrindo caminho para a ação da chuva”.
Arael encerra sua mensagem provocando o prefeito Ricardo Coutinho (PSB) com fina ironia: “É pena que essa obra (no Bessa) não possa ser incluída nas inaugurações prometidas pelo nosso alcaide”.

Rubens Nóbrega, em 26 de julho de 2007.

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