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A Monsanto volta a ser alvo da ira de agricultores mato-grossenses. Depois de uma briga com a Associação de Produtores de Soja do estado (Aprosoja) por sobretaxa no preço de sementes, a disputa agora é pelo direito – dificultado pela multinacional – de plantar soja convencional.

A Associação dos Produtores de Semente de Mato Grosso (Aprosmat) acusa a Monsanto de reduzir a oferta da variedade convencional da soja, oferecendo para a comercialização apenas a sua versão transgênica, a Monsoy. A proporção, que antes era de metade da venda de uma e metade da outra, está hoje em 15% para convencionais e 85% para transgênicas.

É o que afirma Pierre Marie Jean Patriat, presidente da Aprosmat. E vai além: em entrevista ao jornal Valor Econômico, afirmou perceberem que “a estratégia da Monsanto é trabalhar exclusivamente com transgênico”.

Fonte: Greenpeace

A defesa das florestas da Indonesia pelo Greenpeace continua. Nesta quinta-feira, 25 ativistas bloquearam barcaças que estavam sendo carregadas com milhares de metros cúbicos de madeira na península Kampar, Sumatra. Com um enorme cartaz, eles pediram à companhia APRIL, gigante do ramo do papel e da celulose, que não jogasse nosso futuro no lixo.

É a segunda vez que ativistas tentam impedir que a empresa continue a destruir as florestas da região. Em outubro do ano passado, o governo indonésio suspendeu temporariamente a concessão de áreas para exploração de madeira pela APRIL. Mas esse ano, abriu a guarda novamente, sem que a companhia solucionasse suas irregularidades. O desmatamento na Indonésia já levou o país ao terceiro lugar dentre as nações que mais emitem gases de efeito estufa.

Fonte: Greenpeace

Um estudo divulgado nesta quinta-feira andou ecoando que, nos últimos anos, o comércio ilegal de madeira teve um freio generoso em países que abrigam as maiores florestas tropicais do planeta. O Brasil estava lá e, segundo os dados do instituto britânico Chatham House, de 2002 para cá, houve uma queda de 75% na exploração irregular em território nacional.

Os números são vistosos, mas não representam a realidade nua e crua da Amazônia. A falha está na metodologia usada no estudo. Para medir a produção de madeira ilegal, os pesquisadores fizeram a seguinte conta: cruzaram a quantidade de madeira licenciada por órgãos oficiais e o consumo anual doméstico e internacional. A diferença disso seria o total comercializado sem autorização.

Porém, como nos escaninhos oficiais nem tudo é preto no branco, a conta não fecha. Desde que a gestão florestal saiu das mãos do governo federal, em 2006, e foi distribuída para os estados, a farra da madeira, que havia reduzido, ganhou novo impulso. Com um controle frágil, os órgãos dão autorizações sem vistorias prévias, e planos de manejo fraudados circulam livremente, dando sinal verde para exploração inclusive em áreas onde o Ibama já havia suspendido anteriormente.

Os sistemas que controlam o fluxo de madeira em cada estado, Sisflora em alguns e DOF em outros, não conversam entre si o suficiente para impedir fraudes, gerando números imprecisos. E a corrupção que acontece nos labirintos burocráticos também não entrou na conta do estudo. No início de 2009, por exemplo, a operação Caça Fantasmas flagrou pouco mais de 100 empresas fantasmas no Pará, criadas só para esquentar madeira, ou seja, conseguir documentos para legalizar madeira retirada ilegalmente. Em junho de 2010, a Polícia Federal cumpriu prisão preventiva de 91 pessoas, a maioria no Mato Grosso. As principais fraudes desvendadas tinham madeira envolvida.

Com uma gestão confusa assim, qualquer pesquisa que se apóie em números oficiais do setor ainda tem que ficar com o pé atrás. Por aqui, infelizmente, os dados ainda não são o que parecem.

Fonte: Greenpeace

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