No dia em que – finalmente – o interminável vazamento de óleo no Golfo do México parece ter sido contido, eis que o buraco reabre em outro lugar. Dois dutos explodiram em Dailan, na província de Liaoning, na China, liberando 1.500 toneladas de óleo, suficiente para submergir funcionários que tentavam conter a explosão. Um ainda está desaparecido.

O Greenpeace pede pela transição da matriz energética petrolífera – suja e perigosa, para as renováveis, limpas e seguras, além de moratória de exploração em alto mar, onde os riscos ainda não são calculáveis.

Fonte: Greenpeace

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A temporada das queimadas já começou na Amazônia. Quando os meses de junho e julho despontam no calendário, a chuva dá uma trégua, a região fica seca e a fumaça começa a aparecer nos céus. Geralmente, ela quer dizer uma coisa: tem gente “limpando” o terreno para a agropecuária.

Se as queimadas são comuns pelo segundo semestre, este ano a fumaceira começou mais cedo. Só no Mato Grosso, o número de focos registrados por satélite chegou a 2146 até o último mês. O número é quase o dobro do que ocorreu em 2008 e 2009 no mesmo período. Com o início da temporada da seca, a curva deve aumentar vertiginosamente nos próximos meses (o gráfico abaixo mostra os focos captados até o dia 6 de julho de 2010).

Os motivos para tanto fogo este ano podem ser vários. O Plano Nacional de Combate ao Desmatamento perdeu importância no governo, os órgãos ambientais federais ficaram bons meses em greve e as eleições estão aí: o que tem de gente fazendo vista grossa para crimes ambientais, em busca de voto, não está no gibi. Enquanto isso, no Congresso, a bancada ruralista já deu o primeiro passo para detonar o Código Florestal, lei que protege nossas matas há décadas.

Por essa trilha, as emissões de CO2 não têm hora para acabar. E aí vai ser difícil explicar ao mundo esse aumento na COP-16, que acontece em dezembro no México. Na última Conferência do Clima (COP-15), Lula anunciou aos quatro ventos que o Brasil reduziria significativamente suas emissões e, para isso, a preservação das florestas brasileiras teria de ser prioridade. Não é o que se vê…

Fonte: Greenpeace

Tem gente de sobra que sequer pensa nisso, mas as sacolas distribuídas a torto e a direito nos supermercados muitas vezes vão parar nos oceanos. E lá, são prato cheio para detonar a vida selvagem. Peixes, golfinhos, focas, leões marinhos e uma lista bem mais extensa de espécies estão morrendo enforcadas ou sufocadas, após engolir plásticos. E isso não é caso isolado.

Por meses a bordo de navios, pesquisadores do Greenpeace e da British Antarctic Survey constataram que o lixo produzido pelo homem tem chegado às regiões mais remotas do planeta. De todo o material avistado nas águas da região antártica, por exemplo, cerca de 40% eram plástico.

A presença do material sob a superfície azul já é tão comum que o tema virou até exposição. Entre 18 de julho e 29 de agosto, está em cartaz na Caixa Cultural de São Paulo a exposição “Oceano Invadido”, que mostra a praga das sacolas num universo onde elas não deveriam habitar.

Fonte: Greenpeace

Com 4,5 milhões de quilômetros quadrados em território marinho, o Brasil protege mal seus oceanos. As unidades de conservação voltadas para nossos mares não abrangem mais que 1,5% de toda essa área. Recentemente, duas novas unidades se somaram a esse número: a Área de Proteção Ambiental da Costa das Algas, com 114 mil hectares, e o Refúgio de Vida Silvestre de Santa Cruz, com 17 mil hectares. Ambas, no estado do Espírito Santo.

O Ministério do Meio Ambiente admite que seu portfólio marinho não é lá essas coisas. E por isso, já anunciou que pretende criar uma política nacional de conservação dos oceanos. Nos cálculos do MMA, o ideal é que 10% da área marinha brasileira estivessem oficialmente protegidas. Passada a confusa vida política em ano eleitoral, vamos ficar em cima para que a promessa seja cumprida.

Fonte: Greenpeace

Conforme já noticiamos aqui, as queimadas este ano começaram a se alastrar mais cedo pelas matas brasileiras. E, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o fogo não tem poupada as áreas protegidas. Desde janeiro, foram 4.045 focos registrados em unidades de conservação, um aumento de 124,3% em relação ao mesmo período de 2009.

A mais prejudicada foi a Estação Ecológica Serra Geral do Tocantins, que teve 400 quilômetros quadrados queimados – área equivalente à cidade paulista de São Bernardo do Campo. Nas Terras Indígenas, as queimadas também chamam atenção: até agora, 3.563 focos foram identificados, contra 968 no ano anterior.

Pesquisador do Inpe, Alberto Setzer lembra que a temporada de fumaça está só começando: o período crítico é entre julho e outubro. “O que detectamos do início do ano até agora corresponde a algo entre 5% e 10% de tudo que ainda será queimado. De qualquer forma, o início de 2010 está sendo preocupante”, disse, ao jornal O Estado de São Paulo.

Fonte: Greenpeace

Leitores do “Correio”, pedimos-lhes permissão para divulgar parte de uma matéria enviada ao respeitado jornalista Rubens Nóbrega, que assina conceituada coluna neste jornal. Em virtude de sua ausência, ainda que este texto haja-se encaminhado ao seu colega Wellington Farias, hoje interinamente à frente do citado e disputado espaço jornalístico, optamos por transcrevê-lo, dada a importância da matéria.
Temos apelado através de emails, postagens em blogs e portais, para que a justiça eleitoral regulamente a propaganda política também no que tange à lastimável, ilegal e abusiva prática do barulho. Além de ser um campeão anual de denúncias na Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Sudema, a poluição sonora não se restringe apenas a um crime ambiental, e sim, a contravenção penal prevista no artigo 42 da Lei das Contravenções do Código Penal Brasileiro. A “perturbação do sossego alheio”, com ou sem equipamentos sonoros, é uma conduta vedada, passível até de prisão.
Ocorre que, curiosa e inexplicavelmente, nos bastidores das instituições policiais paraibanas adotou-se uma prática estranhável de se recusar a atender casos e denúncias de poluição sonora. É só ligar para o 190 (CIOP – Comando Integrado das Operações Policiais) que você ouvirá a clássica e injustificada resposta: “Isso é com a Semam”, se for dentro de João Pessoa, ou “com a Sudema”, se em outro município… Na verdade ninguém sabe de onde partiu essa orientação, pois, nos demais estados, inclusive no vizinho pernambucano, as polícias são devidamente competentes para agir contra o barulho, como manda a lei.
Somente no município de Conde (PB) é que os honrados e estudiosos magistrados, Helder da Rocha (juiz de Alhandra) e Francisco Lianza Filho (Promotor), resolveram acabar com esse equívoco editando uma brilhante e oportuna portaria que devolveu a correta e efetiva competência às polícias civil, militar e guarda municipal para agir imediatamente contra a perturbação do sossego alheio por sistemas de som. A redação é tão rigorosa que até os donos de bares e restaurantes estão obrigados a acionar a polícia, caso algum veículo estacione no seu recinto e cause barulho. E digo-lhes com todo conhecimento de causa, porque temos casa de praia no litoral sul: já recorremos aos serviços, e a medida vem funcionando com muita eficácia, sob permanente vigilância da Promotoria.
A partir deste modelo, caros leitores, é nosso sagrado direito solicitar às autoridades da Justiça Eleitoral, Ministério Público, e à Segurança Pública de nossa cidade para que se cumpra a lei, sob pena de se estar cometendo o grave crime de prevaricação.

Germano Romero

 . 

Publicado no jornal “Correio da Paraíba”, em 16 de julho de 2010.

A Monsanto volta a ser alvo da ira de agricultores mato-grossenses. Depois de uma briga com a Associação de Produtores de Soja do estado (Aprosoja) por sobretaxa no preço de sementes, a disputa agora é pelo direito – dificultado pela multinacional – de plantar soja convencional.

A Associação dos Produtores de Semente de Mato Grosso (Aprosmat) acusa a Monsanto de reduzir a oferta da variedade convencional da soja, oferecendo para a comercialização apenas a sua versão transgênica, a Monsoy. A proporção, que antes era de metade da venda de uma e metade da outra, está hoje em 15% para convencionais e 85% para transgênicas.

É o que afirma Pierre Marie Jean Patriat, presidente da Aprosmat. E vai além: em entrevista ao jornal Valor Econômico, afirmou perceberem que “a estratégia da Monsanto é trabalhar exclusivamente com transgênico”.

Fonte: Greenpeace

A defesa das florestas da Indonesia pelo Greenpeace continua. Nesta quinta-feira, 25 ativistas bloquearam barcaças que estavam sendo carregadas com milhares de metros cúbicos de madeira na península Kampar, Sumatra. Com um enorme cartaz, eles pediram à companhia APRIL, gigante do ramo do papel e da celulose, que não jogasse nosso futuro no lixo.

É a segunda vez que ativistas tentam impedir que a empresa continue a destruir as florestas da região. Em outubro do ano passado, o governo indonésio suspendeu temporariamente a concessão de áreas para exploração de madeira pela APRIL. Mas esse ano, abriu a guarda novamente, sem que a companhia solucionasse suas irregularidades. O desmatamento na Indonésia já levou o país ao terceiro lugar dentre as nações que mais emitem gases de efeito estufa.

Fonte: Greenpeace

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